Domingo, 29 de julho de 2012 / Terça feira, 31 de julho de 2012.
Nick, testando os tambores.
Terminada a fase um, gravadas as 4 primeiras músicas, era hora de reiniciar todo o processo criativo. E aí valeu a experiência prévia, a gravação das guias e da bateria de mais 4 músicas rolou muito mais rápida e tranquila.
O que, na minha opinião, foi muito importante, principalmente porque nessa segunda etapa haviam músicas que pensávamos ser bem mais difíceis e elaboradas. Mera impressão, que se desfez em pleno estúdio.
Vale dizer que ter ensaiado bem as músicas e definido exatamente as partes de cada instrumentista ajudou muito na "hora H".
O que, na minha opinião, foi muito importante, principalmente porque nessa segunda etapa haviam músicas que pensávamos ser bem mais difíceis e elaboradas. Mera impressão, que se desfez em pleno estúdio.
Vale dizer que ter ensaiado bem as músicas e definido exatamente as partes de cada instrumentista ajudou muito na "hora H".
A bateria ficou incrível, ouso afirmar que é a sonoridade que mais me impressionou, principalmente porque muitas demos que escutamos e - mais pertinente dizer - nossas tentativas de gravação "caseiras" jamais resultaram em um som tão definido, tão dentro das nossas melhores expectativas.
Crédito pro Nick, que, como sempre, nos presenteou com linhas de percussão criativas e poderosas, e executou todas as 4 músicas super rapidamente e em poucos takes.
Bateria definitiva de 4 músicas em menos de 4 horas...
Crédito pro pessoal do estúdio (Bagui e Paulo Henrique) que conseguem tirar um excelente som de bateria, são mestres no domínio do equipamento e da sala que possuem.
Crédito pro Nick, que, como sempre, nos presenteou com linhas de percussão criativas e poderosas, e executou todas as 4 músicas super rapidamente e em poucos takes.
Bateria definitiva de 4 músicas em menos de 4 horas...
Crédito pro pessoal do estúdio (Bagui e Paulo Henrique) que conseguem tirar um excelente som de bateria, são mestres no domínio do equipamento e da sala que possuem.
Luiz Paulo e Paulo Henrique. Ocupados com a "baixaria".
Na manhã de terça feira, sexto dia de gravação, fomos apenas eu e o Luiz Paulo pro estúdio. Ainda empolgados com a sonoridade da bateria, a conversa não poderia ser outra: a "baixaria". E a ansiedade em ver aquele trabalho todo concretizado. Em poder escutar nossas músicas, nossa criação, em um CD.
Novamente, valeu - e muito - a experiência prévia. Repetimos a mistura do baixo em linha e do amplificador microfonado, resultando em um som definido e encorpado.
As faixas do baixo foram gravadas rapidamente, com a precisão de sempre. Aliás, se o L.P tem uma qualidade que merece ser elogiada é a sua constância em técnica e feeling. Sem falar numa autocrítica ferrenha, uma busca pela "linha perfeita" que beira a obsessão e o faz sempre querer fazer MAIS e MELHOR. Admiro muito isso nele.
Saímos do estúdio empolgados, afinal, em dois dias, pouco mais de 6 horas, já havíamos terminado quase metade do serviço.
A parte mais demorada nos esperava, as guitarras, característica e personalidade mais ressaltadas no som da RURAL. E tudo ficou incrível.
Mas essa estória eu deixo pra outro dia.
A parte mais demorada nos esperava, as guitarras, característica e personalidade mais ressaltadas no som da RURAL. E tudo ficou incrível.
Mas essa estória eu deixo pra outro dia.
